Continuo a incessante busca pela toca do coelho.
A cidade tomou uma forma mais familiar, mais curitibana. Procurava os murais com rostos de autores, não encontrei o samurai malandro gigante observando todo o calçadão e nunca mais verei nosso vampiro, que morreu, quem sabe se é verdade, pois todo vampiro é imortal.
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